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REPRODUÇÃO: COMO REDUZIR OS CASOS DE METRITE EM VACAS DE LEITE

15 de agosto de 2018 | Artigo

No período pós-parto há uma queda imunológica do animal, justificada pelo balanço energético negativo, quando a vaca diminui a ingestão de matéria seca. Com isso o sistema de defesa fica comprometido, tornando-a mais propensa aos problemas uterinos. Toda vaca nesse período pode ter uma contaminação bacteriana e somente aquelas que não conseguem destruir as bactérias, vão sofrer com o problema da metrite.

A metrite é uma das doenças reprodutivas mais comuns nos rebanhos leiteiros e ocorre logo nos primeiros dias após o parto. Existem várias causas, como distocia, retenção placentária, parto gemelar e até distúrbios hormonais contribuem para o aparecimento da doença. Diversos agentes podem causar a infecção uterina e um dos mais comuns são as bactérias.

Os sinais clínicos variam e, para identificar os casos de metrite, é importante observar se o animal apresenta febre, fraqueza, ausência de apetite, desidratação e um dos maiores prejuízos para pecuária: a queda na produção.

O diagnóstico precoce e a escolha do tratamento adequado são imprescindíveis para a melhoria da eficiência reprodutiva das fêmeas bovinas, e para este desafio a Homeopatia tem proporcionado excelentes resultados com tecnologias que facilitam o parto e reduzem a ocorrência de complicações e distocias nas fêmeas prenhes, além de auxiliar na expulsão da placenta e favorecer o retorno ao cio.

“O atual cenário da pecuária de leite tem exigido mais eficiência reprodutiva dos animais, e o uso da Homeopatia Populacional na melhora dos índices zootécnicos tem fornecido tecnologias necessárias a fim de garantir excelentes resultados. Levando em consideração o impacto negativo que as distocias têm no intervalo entre partos, investir na prevenção é a solução ideal, por isso disponibilizamos produtos que podem ser utilizados 30 dias antes do parto, sem qualquer risco de toxidez, sobrecarga medicamentosa e zero resíduos” explica a Médica Veterinária Roberta Porto.

Fazer prevenção e tratamento das vacas no momento adequado possibilita melhor recuperação do quadro de metrite aguda. Diversos distúrbios no período de transição entre o terço final da gestação até o terço inicial após o parto – o periparto – têm relação entre si e, assim como a metrite aguda ocorre após a retenção placentária, esta também pode representar um fator de risco para complicações posteriores como, por exemplo, a endometrite.

Consulte sempre um Médico Veterinário.

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